Prison Break

As dez séries com os enredos mais cheios de reviravoltas

Prison Break Prison Break é o exemplo máximo de série construída sobre reviravoltas contínuas. Michael Scofield se entrega à prisão para salvar seu irmão Lincoln, condenado injustamente à morte. O plano meticuloso —tatuado em seu corpo— logo se complica com traições, agentes secretos, conspirações governamentais e mortes inesperadas. No Brasil, a série foi fenômeno absoluto nos anos 2000, com maratonas em canais abertos e fãs analisando cada detalhe dos tatuagens. Cada episódio traz um novo obstáculo: um aliado vira inimigo (T-Bag), um vilão se redime (Bellick), e até o suposto herói (Michael) esconde motivações obscuras. Após escaparem da prisão, a trama se expande globalmente —Panamá, Oriente Médio, Iêmen— com novos vilões e alianças frágeis. A série foi cancelada, retornou e até teve uma quinta temporada anos depois, mantendo o ritmo frenético. Seu legado é o de uma narrativa de escape constante, onde nada é permanente: prisões, lealdades, identidades. Prison Break ensinou que, em TV, o suspense não vem do “o quê”, mas do “como vão sair dessa?”. E a resposta, quase sempre, era: de um jeito que ninguém esperava.

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