Killing Eve

As dez séries com os enredos mais cheios de reviravoltas

Killing Eve Killing Eve reinventou o gênero de espionagem ao focar na relação obsessiva entre uma agente do MI6, Eve Polastri, e uma assassina psicopata, Villanelle. O que parece uma caçada tradicional transforma-se em um jogo de gato e rato onde os papéis se invertem constantemente. Villanelle não foge —ela flerta, presenteia e desafia Eve, que, por sua vez, se vê atraída pela violência estilizada da assassina. No Brasil, a série foi elogiada pela química entre Sandra Oh e Jodie Comer, e por giros que quebram clichês: Eve quase mata Villanelle... mas hesita; Villanelle salva Eve de outros assassinos; e, no final, quem puxa o gatilho não é a heroína, mas a própria Villanelle, em um gesto ambíguo de amor e libertação. Cada temporada muda as regras do jogo: aliados viram traidores, chefes viram vítimas, e motivações se revelam frágeis. A série evita finais felizes fáceis —prefere a ambiguidade emocional. Killing Eve não surpreende com explosões, mas com diálogos afiados, olhares intensos e decisões morais turvas. Suas reviravoltas não são barulhentas; são silenciosas, íntimas e devastadoras. Por isso, cativa tanto homens quanto mulheres, jovens e adultos: é um thriller psicológico disfarçado de comédia negra.

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