One Day One Day, baseada no romance de David Nicholls, acompanha Emma e Dexter ao longo de 20 anos, sempre no mesmo dia: 15 de julho. No Brasil, a série (assim como o filme anterior) emocionou por mostrar como o amor pode estar presente mesmo quando os caminhos divergem. Eles se conhecem na formatura universitária: ela, tímida e idealista; ele, arrogante e superficial. Ao longo das décadas, vivem altos e baixos —carreiras, casamentos, filhos, fracassos—, mas mantêm um laço invisível. A genialidade da estrutura é revelar como pequenas escolhas mudam destinos. O romance não é linear; é feito de encontros acidentais, conversas noturnas e silêncios carregados. A série evita o clichê do “destino”: Emma e Dexter erram muito, magoam-se e perdem tempo. Mas é justamente essa imperfeição que os torna reais. O final, trágico e belo, reforça que o amor não precisa durar para ser significativo. One Day toca porque lembra que, às vezes, a pessoa certa aparece na hora errada —e ainda assim, muda tudo.
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