Sex and the City Sex and the City revolucionou a TV ao colocar o desejo feminino no centro da narrativa. Acompanhamos Carrie Bradshaw e suas amigas —Samantha, Charlotte e Miranda— em Nova York, enquanto navegam por relacionamentos, carreira, amizade e autoconhecimento. No Brasil, a série foi pioneira: abriu conversas sobre sexo, infidelidade, solteirice e expectativas amorosas que antes eram tabu. O romance entre Carrie e Mr. Big é o eixo emocional, mas longe do conto de fadas: é cheio de joguinhos, inseguranças e egos feridos. A genialidade está em mostrar que o amor não resolve tudo —às vezes, até complica. Cada mulher representa um arquétipo, mas com camadas: Charlotte busca conto de fadas, mas aprende sobre desejo; Miranda prioriza carreira, mas descobre vulnerabilidade. A série mistura humor ácido com momentos de pura ternura, como o icônico “you’re the one” no final. Mesmo com críticas atuais sobre elitismo e falta de diversidade, seu legado é inegável: provou que mulheres podem falar de sexo e amor com liberdade, graça e profundidade.
Adicionar Comentário + Votar ( 1 )...
Ainda não há comentários!