Euphoria Euphoria surpreende ao entrelaçar romance com temas pesados como vício, identidade e trauma. Embora conhecida por sua estética visual e abordagem ousada, seu cerne emocional está nos relacionamentos dos adolescentes, especialmente entre Rue e Jules. No Brasil, a série gerou discussões profundas sobre saúde mental e amor tóxico. O romance entre as duas não é idealizado: é caótico, intenso e frequentemente autodestrutivo. Jules busca validação em homens e cirurgias; Rue luta contra o vício e o medo de perder quem ama. A série mostra que, na adolescência, amor e dor muitas vezes andam juntos. Há também subtramas como Nate e Cassie —um relacionamento manipulador disfarçado de paixão— ou Kat e Ethan, que representa o primeiro amor inocente. Euphoria não oferece finais felizes fáceis; prefere a ambiguidade da vida real. Seus personagens cometem erros, se magoam e tentam recomeçar. É justamente essa crueza que a torna tão poderosa: o amor aqui não salva, mas revela quem somos —mesmo quando não gostamos do que vemos.
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