Escrita Tartéssica

Os dez sistemas de escrita antiga não decifrados do mundo

Escrita Tartéssica Encontrada em inscrições curtas no sudoeste da Península Ibérica (séculos VII–V a.C.), usa um alfabeto derivado do fenício, mas registra uma língua não identificada — possivelmente tartéssica, língua do mítico reino de Tartessos. As inscrições, em pedra, cerâmica e placas de prata, têm até 80 caracteres, mas carecem de contexto claro. Alguns especialistas veem traços indo-europeus; outros, língua isolada pré-celta. A mais famosa é a Placa de Carriazo, com símbolos organizados em linhas, sugerindo prosa, não só nomes. O problema é que Tartessos desapareceu antes da chegada dos romanos, sem deixar registros históricos próprios. Sua escrita é como um telegrama cifrado de uma civilização rica em metais, aliada de Fenícios e elogiada por Heródoto — mas cuja voz se perdeu nas minas de prata e nos pântanos do Guadalquivir.

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Emília - 2025-12-03Topo

A escrita tartéssica, também conhecida como escrita do sudoeste ou paleo-hispânica meridional, foi usada pela antiga civilização de Tartessos no sul da Península Ibérica por volta do século VII a V a.C. Composta por sinais geométricos e alfabéticos, ela permanece não decifrada devido ao número limitado de inscrições encontradas (principalmente em estelas) e ao desconhecimento completo da língua tartéssica. Este sistema representa um dos maiores enigmas linguísticos da Europa pré-romana.

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