Breaking Bad Embora muitas vezes classificada como drama criminal, Breaking Bad é, em essência, uma série policial invertida: mostra o nascimento de um criminoso sob os olhos da lei. Walter White, professor de química diagnosticado com câncer, começa a cozinhar metanfetamina para garantir o futuro da família, mas se transforma no temido Heisenberg. No Brasil, a série foi um marco cultural, gerando debates sobre moralidade, masculinidade e consequências. A tensão policial surge com a entrada de Hank Schrader, cunhado de Walt e agente da DEA, que inicia uma caçada ao próprio parente sem saber. Essa dualidade —família e crime, proteção e destruição— alimenta o drama. Cada episódio é uma espiral descendente onde decisões aparentemente pequenas geram catástrofes. A direção visual, simbolismo e construção de personagens são impecáveis. Jesse Pinkman, parceiro relutante de Walt, representa a consciência perdida do protagonista. Breaking Bad não celebra o crime; expõe sua corrosão lenta. E é justamente essa tragédia moderna, com toques de thriller policial, que a torna uma das narrativas mais envolventes já contadas na televisão.
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