Usar cortinas leves e permeáveis, evitando tecidos pesados em ambientes úmidos Usar cortinas leves e permeáveis, evitando tecidos pesados em ambientes úmidos, é uma estratégia decorativa com forte impacto no controle da umidade doméstica. Tecidos grossos como veludo, tapeçaria ou blackout retêm umidade do ar, dificultam a circulação de ar junto às janelas e criam zonas sombreadas onde o mofo prolifera — especialmente em banheiros, cozinhas ou quartos voltados para o sul (mais frios e úmidos). Em contrapartida, cortinas de linho, voile, algodão cru ou poliéster respirável permitem a passagem de luz e ar, facilitando a secagem rápida de superfícies após chuvas ou condensação noturna. No Brasil, onde o sol é abundante, elas também ajudam a regular a temperatura sem bloquear totalmente a ventilação. Prefira modelos que não arrastem no chão e que possam ser lavados com frequência — ácaros e fungos se acumulam facilmente em fibras. Em janelas de alumínio, comuns em apartamentos, o uso de persianas de PVC ou alumínio com lâminas ajustáveis oferece controle de luz sem reter umidade. Mais do que estética, a escolha do tecido é uma decisão de saúde ambiental: cortinas leves são aliadas da transpiração da casa, permitindo que paredes e vidros “respirem”. Em climas tropicais, menos tecido pode significar mais secura — e mais bem-estar.
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