Argamassa geopolimérica

Os dez materiais de construção mais adequados a climas quentes

Argamassa geopolimérica A argamassa geopolimérica é um material inovador e sustentável, derivado da reação química entre aluminossilicatos (como metacaolim ou cinzas volantes) e álcalis, sem necessidade de cimento Portland. Sua principal vantagem em climas quentes é a baixa condutividade térmica e alta resistência ao fogo — podendo suportar temperaturas acima de 1.000°C sem degradar. Além disso, emite até 80% menos CO₂ durante a produção, já que não requer altas temperaturas de queima. No Brasil, começa a ser testada em revestimentos, pisos e até pré-moldados para paredes. Sua estrutura densa e estável resiste bem à umidade e aos sais, comuns em regiões costeiras. Embora ainda pouco difundida devido ao custo e à falta de normatização, seu potencial é enorme: combina durabilidade, isolamento térmico e pegada ambiental reduzida. Em fachadas ou coberturas, pode ser aplicada como camada protetiva que reflete calor e protege a estrutura subjacente. Representa o futuro da construção consciente — onde ciência, sustentabilidade e adaptação climática andam juntas. Para climas quentes, é uma aposta estratégica em inovação com propósito.

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