Rinoceronte-negro O rinoceronte-negro, nativo da África Oriental e Austral, viu sua população despencar de centenas de milhares para menos de 6.000 indivíduos devido à caça furtiva intensa motivada pelo comércio ilegal de chifres. Embora tenha havido uma lenta recuperação graças a programas rigorosos de proteção, translocação e reprodução em cativeiro, ainda enfrenta ameaças constantes. Seu comportamento solitário e territorial dificulta o monitoramento, e os altos preços do chifre no mercado negro mantêm os caçadores ativos. Subespécies já foram declaradas extintas, como o rinoceronte-negro da África Ocidental. Atualmente, vive em áreas protegidas com vigilância armada 24 horas. Cada novo nascimento é celebrado como uma vitória. A sobrevivência desta espécie depende não só de segurança física, mas também de combater a demanda global por produtos derivados de vida selvagem — um desafio cultural e político tão complexo quanto urgente.
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